Billetes Falsos

DETECCIÓN DE BILLETES FALSOS 1. His t or i a d e l a F a ls if ic a c i ón E n l a a nt i gü e da d, e l d i ner o s e m

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DETECCIÓN DE BILLETES FALSOS 1. His t or i a d e l a F a ls if ic a c i ón E n l a a nt i gü e da d, e l d i ner o s e m ater i a l i za b a en tr o zos d e m eta l pr ec ios o, qu e a lg u n a a u tor i d ad a va l a ba m e di a nt e u n s e ll o ( c u ño) c er t if ic a nd o s u va l or . So n l as m on e das . E l d i ner o e n p a pe l a par ec i ó e n Ch i n a e n el s ig l o V II y e l e m per a dor i ns t aur ó s u us o of ic i al en e l a ñ o 8 1 2. S i n e m bar g o, l os ej em pl ar e s m ás ant i gu os qu e s e c o ns er v an s o n de l s ig l o X I V. A Eur o pa l os b i ll e tes l l eg ar o n d e l a m ano de l s uec o J o ha n Pa lm s tr u c h y s e em it ier o n e n Es toc o lm o e n 16 6 1. E n Es pa ñ a c om en za r on a em it ir s e en 1 7 8 0 d ur a nt e e l r e i n ad o de C ar l os III . P ar a f in a nc iar l os gas t os m il it ar es e n l a G u er r a de In d ep e n de nc i a d e los Es t a dos U ni d os s in i m pone r n u e vas c on tr i buc i o nes , s e em it i er o n l os l lam a dos v a les r ea l es , tí tu l os d e d e ud a p ú b lic a al 4% de in t er és q ue er an a c ep t ad os c om o m etál ic o e n l as tr ans a c c i on es c om er c i a l es . E ur o p a n o em pi e za a pr e oc u p ar s e de la f a ls if ic ac i ó n de m on ed a h as t a pr inc i p ios d e 1 9 20 y 1 93 0 , t r as u n os im por t an t es c as os d e f a ls if ic ac ió n. Per o es a r a í z de es t os c as os c ua n do s e p la nt e a ni v e l g l ob a l un a s er ie de p ar ám et r os j ur í d ic os q u e es t ab l e zc an l as p au t as a s eg u ir a nt e es t a nu e v a s it u ac i ó n. L a Com is ió n f i n anc i er a de l a c om is i ó n d e n ac io n es c r e ó u na s o c i ed a d m ix ta , c om pues t a p or es p ec i a lis t as e n D er ec h o P en a l I n ter n ac i o n al , q ue e l ab or o u n i nf or m e j ur íd ic o c om par a t i vo , c o n c on t en i d os de D er ec h o P e na l , Pr oc ed im i en to P en a l, y D er ec h o P e n a l I nt er n ac i o na l , c onf ec c io n an d o un c o n ve n io d e ac u er do s obr e l a f a ls if ic ac i ó n. Es t e C on v e ni o p ue d e c ons i d er ar s e u n eq u i l i br io e ntr e l as n ec es i d ad es d e i nt er n ac i on a l i za r el d e li t o de f a ls if ic ac i ó n de m one d a y e l d eb er po l ít ic o d e r es p e tar la au to n om ía po l ít ic a d e l os es t a dos s o b er a n os . A dí a d e f un dam en t al en d is p os ic io n es e n y h a n f om en ta d o

2.

ho y e l C o n ve n i o de G in e br a , s i gu e s i en d o un ins t r um ent o la lu c ha c on tr a la f a ls if ic ac ió n d e m on e da . G r ac ias a él las l a m at er ia h a n a lc a n za d o un a c i er t a ar m oní a e n tr e l os Es t a dos u na c oo p er ac i ó n e ntr e l os d is t i nt os or g an is m os e n c ar g a d os .

F a ls if ic ac ió n

Un a f a ls if ic ac i ó n es u n ac to c ons is te n te en la c r eac i ó n o m od if ic ac ió n d e c i er t os d oc um ent os , ef ec t os , b ie n es o pr o duc t os , c o n e l f i n h a c er los par ec er c om o ver d ad er os , o p ar a al t er a r o s im ul ar l a v er da d.

Las f a ls if ic ac i o nes pu e de n s er r e a l i za d as , e ntr e o tr os , r es pec t o a doc um en tos p ú b lic os o pr i v ad os , m on e da s , bi l l et es u o tr os v a lor es , ar t e y pr o d uc t os de m ar c as c om er c i a les . En l os pr im er os c as os es u n de l it o qu e af ec t a l a f e pú b l ic a , pu d i en d o l le g ar a s er u n a m oda l i da d d e f r a ud e , m ien tr as e l ú lt im o s e e nt i en d e qu e es u na v ul n er ab i l id a d d e l a pr op i e da d i n dus tr ia l ( a l s er c op i as s i n l ic e nc i as , p ar a s er v e n di d as c om o s i f u er an or i g i na l es ) . E n l a ac t ua l i da d l a f als if ic ac ió n es u n a ac t i v i da d il íc it a, q ue s e h a es t a bl ec i do e n to d o e l m un d o c aus a nd o v er da d er os es tr ag os e n l as ec o n om ías de los pa ís es e i nc l us i v e e n l as ec o n om ías p r i v ad as . As í c om o l as m on e das ( a nt i g uas ) er a n m ás d if íc i l es d e f a ls if ic ar p or q u e e l v a lor d el m et a l c onf er ía e l pr ec i o ( a u nq u e l as f a ls if ic ac i o nes p od í an h ac er s e de m etal es d e m en os v a lor e ig u a l as p ec to) , l os b il l et es n o d ej a n d e s er s im pl em ent e p a pe l y por l o ta nt o , l os b anc os l os d ot a n de un a s er ie de m ed id as de s e g ur id a d. L os b i l le tes ac t ua l es s e e l ab or an c o n p ap e l e s pec i a l y c o n téc n ic as de im pr es ió n c om plej as , c om o l a m ar c a al a g ua , h o lo g r am as , y t i nt a i n vis i b le , p ar a e v it ar l a f a ls if ic ac i ón . A m enu d o l a c om p os i c i ón de l pa p el i nc lu ye l i no , a l g od ó n u o tr as f ib r as tex t il es . A lg u nos p aí s es , c om o Aus tr a li a , Br as i l, C h il e , Méx ic o, P er ú, N ue v a Z e la n d ia y H o ng K on g , pr od uc en b il l et es d e p l ás t ic o p ar a aum en tar s u r es is t enc i a a l o l ar g o de s u us o , y pa r a p er m it ir l a i nc l us ió n d e un a v e nt a ni l l a tr a ns par e nt e de u nos poc os m il ím etr os , u na c ar ac t er ís t ic a d e s eg ur i da d m u y d if íc i l d e r e pr od uc ir c o n téc n ic as no r m ales d e c o pi as . G e ner a lm ent e , a d em ás d e l a a lt er ac i ó n o m ar c ad o de los bi l l et es .

3.

f a ls if ic ac ió n,

tam b ié n

es t á

p e na d a

la

Elementos de Seguridad de los Billetes

Los pr of es i o n al es d e l m anej o de ef ec t i v o y el pú b l ic o en ge ner a l nec es it a ba n c on oc er es t as c ar ac t er ís t ic as a f i n de po d er c om pr ob ar l a au t en t ic i d ad de los bi l l et es . P ar a l a f a br ic ac ió n d e los b i l l et es en e ur o s s e ut i l i za u n a t ec no l og ía d e im pr es i ón m u y a v an z ad a . L os b i l le t es inc o r po r a n e lem e nt os de s eg ur i da d q ue per m i te n d is t i ng u ir l os c o n f ac i l id a d de las f als if ic ac io n es , y s u au t en t ic i d ad s e pu e de c om pr ob ar d e d is t i nt as m an er as . A l gu n os us u ar i os c om pr u éb e nl os e lem en t os de s e g ur id ad qu e s e a pr ec i a n a s im pl e v is ta , c om o la m ar c a d e a g ua . O tr os , es pec i a lm ent e l a h or a de d ar o r ec ib ir ef ec t i vo en u n s u pe r m er c ad o , c om pr u eb a n s i el p a pe l t ie n e un a tex t ur a f ir m e y c o n c ar t e o y s i e l b il l et e pr es e nt a u na im pr es i ón e n r e l ie v e e n a l gu n as zo n as . L os c aj er os y l os de p en d i en tes d e los c om er c i os p u ed e n c om pr o b ar otr os el em en to s de s e gur i d ad c on un a l ám par a u ltr a v i ol e ta . Los b i l le tes e n e ur os i nc or p or a n tam b ié n v ar ios e lem e nt os oc u lt os qu e pu e de n d et ec tar s e c on s ens or es en las m áqu i nas ex p e nd e d or as y e n l as m áqu in as s el ec tor as de a lt a v el oc i da d de l os b a nc os c e ntr a les . Los e lem e nt os oc u l tos de d is e ño m ás a v a n za d o s e p ue d en c om pr o bar ún ic am ent e c o n s e ns or es

de a l ta t ec n o l og ía , d e us o ex c l us i v o d e l os ba nc os c en tr al es y q u e s ól o c o noc e n un núm er o l im ita d o d e f abr ic a nt es d e s e ns or es . P or lo ta n to , es a l ta m ente im pr o b ab l e qu e los b anc os c en tr a le s pu e da n v o l ver a po n er ac c i de nt a lm ent e e n c ir c u l ac i ón di n er o f als o r ec i bi d o d e en t id a d es de c r éd i to o de m in or i s ta . Los e l em ent os d e s e gur i d ad d if i er en s e gú n l a d en om in ac ió n de l b i l l et e. Los b i ll e tes de b aj a de n om in ac i ó n ( 5 € , 10 € y 2 0 €) i nc or por an u na ba n da ho l o gr áf ic a e n e l an v e r s o y u n a b a nd a ir id is c en t e e n e l r e v er s o , m i en tr as q ue l os b il l et es de a lt a d e n o m inac i ón ( 5 0€ , 1 0 0€ , 20 0 € y 5 00 €) i nc or p or a n un p ar c h e ho l o gr áf ic o en e l a n v e r s o y u n a c if r a qu e c a m bia d e c o l or en e l r e v er s o . Da d o q u e los f als if ic a dor es t ie n de n a c o nc e ntr ar s e s ó l o en a l gu n o s de l os e lem en t os d e s e g ur id ad d e u n b i l l et e, c o n d is t i nt o gr a do d e éx i t o, l os us u ar i os de b er í a n c om pr o b ar s i em pr e v ar i os e l em ent os , m ed ia n te e l m éto do de «t o qu em ir e- g ir e» e l b il l et e : T O Q UE, par a los e l e m entos de s e g ur id a d ta n gi b l es ; M IR E , par a l os e l em ent os q ue s e a pr ec ia n a l tr a s l u z; G I RE , p ar a los e lem en t os qu e r em ue v en o c am bi an d e c o lo r . CO M PR U E B E, as e gúr es e c o n to d os l os e lem en t os de s eg ur i da d d e s u a u te nt ic i da d . Los ex p er tos pu e de n c om pr o bar e lem en tos ad ic io n a les c on la a yu d a d e d is p os it i v os s e nc i l l os . A c on t in u ac ió n s e de s c r i be n to d os los e l e m entos d e s eg ur i da d de l os b il l et es e n e ur os da d o s a c o n oc er a l pú b l ic o .

COMO VERIFICAR UN BILLETE



Iníciales del BCE



Puerta o ventana



Cifra que indica el valor del billete

Marcas táctiles en el billete de 200€ Marcas táctiles en el billete de 500€

• • •

Marca del agua Hilo de seguridad Motivo de coincidencia

Incline el billete y verá el símbolo del euro en un color brillante, además de la cifra que indica el valor del billete.

La banda iridiscente brilla bajo una luz intensa; puede verse el símbolo del euro dentro de la banda, además de la cifra que indica el valor del billete.

Gire el billete y verá la cifra que indica su valor en un color brillante, así como el motivo arquitectónico.

La cifra que indica el valor del billete presenta un color morado al mirarlo de frente y verde oliva, o incluso marrón, al mirarlo desde el ángulo.

VERIFIQUE LA AUTENTICIDAD DE LOS BILLETES DE 5€, 10€ Y DE 20€

• •





Toque la impresión en relieve. Asegúrese de que la marca de agua es auténtica, de la existencia del hilo de seguridad y de que los trazos del motivo de coincidencia, en el anverso y el reverso del billete, se complementan perfectamente. Compruebe las imágenes cambiantes en la banda holográfica. ¿Son las imágenes de color brillante? Compruebe la banda iridiscente del reverso del billete. ¿Brilla bajo una luz intensa al mirarlo desde el ángulo?

COMPRUEBE LOS BILLETES DE 50€, 100€, 200€ Y DE 500€ • •

Toque la impresión en relieve. Asegúrese de que la marca de agua es auténtica, de la existencia del hilo de seguridad y de que los trazos del motivo de coincidencia, en el anverso y el reverso del billete, se complementan perfectamente. Compruebe las imágenes cambiantes del holograma. ¿Son imágenes de color brillante? Compruebe si la cifra que indica el valor del billete, situada en la parte derecha del reverso, cambia de color.





CON AYUDA DE UNA LUPA SE VE UN TEXTO EN CARACTERES MUY PEQUEÑOS EN ALGUNAS ZONAS DEL BILLETE

• •

Se encuentran en el anverso y el reverso de todos los billetes. La microimpresión de un billete auténtico no debe ser borrosa, sino nítida.

BAJO UNA LUZ ULTRAVIOLETA, PUEDE COMPROBAR ALGUNOS ELEMENTOS



Fibrillas embebidas en el papel (rojas, azules y verdes). La tinta azul torna a verde (bandera de la Unión Europea, firma del presidente del BCE). La tinta amarilla torna a naranja (las doce estrellas que aparecen en el billete).





BAJO UNA LUZ ULTRAVIOLETA, PUEDE COMPROBAR ALGUNOS ELEMENTOS

• • 4.

Fibrillas embebidas en el papel (rojas, azules y verdes). Una tinta resalta (el mapa de Europa, el puente y la denominación).

Ex t r ac to D e l M ar c o Le g is l a ti v o D e L a F a ls if i c ac ió n

Ley 46/1998, de 17 de diciembre. Introducción del euro (BOE de 18)[1] Disposición adicional cuarta [27][28] •

• •





• •



Uno. A efectos de lo dispuesto en los tres primeros guiones de la letra b), del art. 2 del Reglamento (CE) 1338/2001, del Consejo, de 28 de junio de 2001, por el que se definen las medidas necesarias para la protección del euro contra la falsificación, y sin perjuicio de las competencias atribuidas a otros órganos de la Administración del Estado o de las Comunidades Autónomas, el Banco de España será la autoridad nacional competente para: a) La detección de los billetes falsos y de las monedas falsas denominadas en euros. b) La recogida y el análisis de los datos técnicos y estadísticos relativos a los billetes y monedas falsas denominadas en euros, así como, de cualesquiera otros datos relevantes para el ejercicio de sus competencias. Dos. A efectos de lo dispuesto en los arts. 4 y 5 respectivamente del citado Reglamento (CE) 1338/2001, del Consejo, de 28 de junio de 2001, se designa al Banco de España como Centro Nacional de Análisis (CNA) y Centro Nacional de Análisis de Moneda (CNAM), por cuenta del Tesoro Público. Tres. Constituye infracción administrativa grave el incumplimiento por parte de las entidades de crédito, de los establecimientos de cambio de moneda y de las restantes entidades que participen en la manipulación y entrega al público de billetes y monedas a título profesional, de la obligación de retirar de la circulación todos los billetes y monedas que hayan recibido y cuya falsedad les conste o puedan suponer fundadamente. Asimismo, incurrirán en infracción administrativa grave aquellas entidades cuando incumplan la obligación de entregar sin demora al Banco de España los billetes y monedas citados. La infracción a que se refiere el presente apartado dará lugar a la imposición de la sanción de la multa de 30.000 hasta un millón de euros a las entidades infractoras. A tal efecto, resultarán de aplicación con las especialidades aquí previstas y, en su caso, con las adaptaciones que reglamentariamente se pudieran establecer, los capítulos I y V, así como el artículo 14.1 del Título I de la Ley 26/1988, de 29 de julio, sobre Disciplina e Intervención de las Entidades de Crédito y la normativa reguladora del procedimiento sancionador aplicable a los sujetos que actúan en los mercados financieros. Los órganos correspondientes del Banco de España serán competentes para la incoación e instrucción del correspondiente expediente sancionador, así como para la imposición de las sanciones previstas en el presente apartado. ORIENTACIÓN DEL BANCO CENTRAL EUROPEO De 20 de marzo de 2003

Sobre la aplicación de medidas contra la reproducción irregular de billetes en euros y sobre el canje y la retirada de billetes en euros (BCE/2003/5)

(2003/206/CE)

Artículo 1

Definición de reproducción irregular Por «reproducción irregular» se entenderá toda reproducción en el sentido del apartado 1 del artículo 2 de la Decisión BCE/2003/4 que: a) sea ilícita de acuerdo con lo dispuesto en el artículo 2 de la Decisión BCE/2003/4, o b) vulnere los derechos de autor de los billetes en euros del BCE, por ejemplo, menoscabando el prestigio de los billetes en euro Artículo 4 Canje de billetes en euros mutilados o deteriorados 1.

Los BCN aplicarán debidamente la Decisión BCE/2003/4.

2. Cuando apliquen la Decisión BCE/2003/4 y sin perjuicio de las restricciones legales pertinentes, los BCN podrán destruir los billetes en euros mutilados o deteriorados o sus fragmentos, salvo que tengan razones legales para retenerlos o devolverlos al solicitante del canje. 3. Los BCN designarán un solo órgano que decida el canje de los billetes en euros mutilados o deteriorados en el caso previsto en la letra b) del apartado 1 del artículo 3 de la Decisión BCE/2003/4, e informarán de ello al BCE. Artículo 5 Retirada de billetes en euros Los BCN anunciarán a su costa en los medios de información nacionales y según las instrucciones que dicte el Comité Ejecutivo, toda decisión del Consejo de Gobierno de retirar un tipo o una serie de billetes en euros. DECISIÓN DEL BANCO CENTRAL EUROPEO De 20 de marzo de 2003 Sobre las denominaciones, especificaciones, reproducción, canje y retirada de los billetes de banco denominados en euros (BCE/2003/4) (2003/205/CE) (6) Sólo deberían considerarse lícitas las reproducciones electrónicas de billetes en euros cuyo autor haya tomado las medidas técnicas adecuadas para impedir que el público pueda confundir las copias impresas de esas reproducciones con billetes en euros auténticos. (8) La parte del billete en euros original que deba presentarse para que se autorice el canje está sujeta a requisitos de tamaño mínimos. Estos requisitos de tamaño deberían expresarse en forma de porcentaje de la superficie del billete en euros original antes de su mutilación o deterioro, a fin de evitar que se desvirtúen las medidas, por ejemplo en el caso de billetes mutilados o deteriorados por encogimiento (9)

A fin de fomentar la correcta utilización de los dispositivos antirrobo por quienes

manejan billetes profesionalmente, conviene que, cuando estos soliciten de los BCN el canje de billetes en euros mutilados o deteriorados por la utilización de dispositivos antirrobo, los BCN les cobren una tasa que compense a los BCN del análisis que efectúen con motivo del canje de esos billetes en euros. (10) La tasa no se cobra cuando la mutilación o el deterioro sean consecuencia de un robo o hurto frustrado o consumado, y, para evitar el cobro de sumas insignificantes, sólo se cobra cuando se canjee un número mínimo de billetes en euros mutilados o deteriorados. (11) Los billetes en euros mutilados o deteriorados en grandes cantidades a consecuencia de la utilización de dispositivos antirrobo, deberían presentarse para su canje en lotes de un número mínimo de billetes. Artículo 1 Denominaciones y especificaciones 1. La primera serie de billetes en euros constará de siete denominaciones comprendidas entre 5 y 500 euros, con la representación del tema «Épocas y estilos de Europa» y las siguientes especificaciones:

Valor facial (EUR)

Dimensiones

Color dominante

Diseño

5

120 × 62 mm

Gris

Clásico

10

127 × 67 mm

Rojo

Románico

20

133 × 72 mm

Azul

Gótico

50

140 × 77 mm

Naranja

Renacimiento

100

147 × 82 mm

Verde

Barroco y rococó

200

153 × 82 mm

Amarillo

Arquitectura del hierro y 500

160 × 82 mm

Morado

del cristal

Arquitectura moderna

del siglo XX

2. En las siete denominaciones de la serie de billetes en euros figurarán puertas y ventanas en el anverso y puentes en el reverso, representativos en cada caso de uno de los períodos artísticos europeos antes citados. Otros elementos del diseño serán los siguientes: el símbolo de la Unión Europea; el nombre de la moneda en los alfabetos latino y griego; las iníciales del BCE en sus variantes lingüísticas oficiales; el símbolo ©, que indica que el BCE es el titular de los derechos de autor, y la firma del presidente del BCE. Artículo 2 Normas de reproducción de los billetes en euros

1. Por «reproducción» se entenderá toda imagen tangible o intangible que consista total o parcialmente en un billete en euros según las especificaciones del artículo 1, o en partes de los elementos individuales de su diseño, como el color, las dimensiones, las letras o los símbolos, y que pueda asemejarse a un billete en euros o dar la impresión general de serlo, con independencia de: a) el tamaño de la imagen; b) el material o la técnica empleados para producirla; c) si se han añadido o no a la imagen elementos o ilustraciones no sacados de los billetes; d) si el diseño del billete, como pueden ser sus letras o símbolos, se ha alterado o no. 2. Se considerarán ilícitas las reproducciones que el público pueda confundir con billetes en euros auténticos. 3. Se considerarán lícitas, por no conllevar el riesgo de que el público las confunda con billetes en euros auténticos, las reproducciones que cumplan los requisitos siguientes: a) las reproducciones impresas por una sola cara de un billete en euros conforme a las especificaciones del artículo 1, siempre que su longitud y anchura sean como mínimo el 125 %, o como máximo el 75 %, de la longitud y anchura del billete en euros respectivo conforme a las especificaciones del artículo 1; b) las reproducciones impresas por ambas caras de un billete en euros conforme a las especificaciones del artículo 1, siempre que su longitud y anchura sean como mínimo el 200 %, o como máximo el 50 %, de la longitud y anchura del billete en euros respectivo conforme a las especificaciones del artículo 1; c) las reproducciones de elementos individuales del diseño de un billete en euros conforme a las especificaciones del artículo 1, siempre que esos elementos no se representen sobre un fondo que se asemeje a un billete; d) las reproducciones por una sola cara de parte del anverso o del reverso de un billete en euros, siempre que esa parte sea menos de una tercera parte del anverso o reverso originales del billete en euros conforme a las especificaciones del artículo 1; e) las reproducciones hechas de un material claramente distinto del papel, cuyo aspecto sea notoriamente distinto del aspecto del material del que están hechos los billetes; f) las reproducciones intangibles disponibles electrónicamente en Internet, por medios cableados o inalámbricos o por otros medios que permitan al público acceder a ellas desde el lugar y en el momento individualmente escogidos, siempre que: — la palabra SPECIMEN aparezca, en diagonal sobre la reproducción, en letras del tipo Arial o de un tipo similar al Arial; la longitud de la palabra SPECIMEN sea al menos el 75 % de la longitud de la reproducción, y su altura sea al menos el 15 % de la anchura de la reproducción; la palabra SPECIMEN sea de un color opaco que contraste con el color dominante del respectivo billete en euros de conformidad con las especificaciones del artículo 1, y

— la resolución de la reproducción electrónica en su tamaño original no exceda de 72 dpi (puntos por pulgada). 4. Previa petición escrita, el BCE y los BCN confirmarán la licitud de las reproducciones que, no cumpliendo los requisitos del apartado 3, no sean susceptibles de ser confundidas por el público con billetes en euros auténticos de conformidad con las especificaciones del artículo 1. Cuando las reproducciones se hayan hecho o se vayan a hacer en el territorio de un solo Estado miembro participante, la petición escrita se dirigirá al BCN de ese Estado miembro. En los demás casos, la petición se dirigirá al BCE. 5. Las normas de reproducción de billetes en euros se apli- carán también a los billetes en euros que hayan sido retirados o hayan perdido su curso legal de conformidad con lo dispuesto en la presente Decisión. Artículo 3 Canje de billetes en euros mutilados o deteriorados 1. Los BCN, previa solicitud y con las condiciones establecidas en el apartado 2 del presente artículo, canjearán los billetes en euros auténticos de curso legal mutilados o deteriorados, en los siguientes casos: a) cuando se presente más del 50 % del billete; b) cuando se presente el 50 % del billete o menos, si el solicitante demuestra que el resto se ha destruido. 2. En relación con el apartado 1, el canje de los billetes en euros de curso legal mutilados o deteriorados tendrá lugar con las condiciones siguientes: a) identificación del solicitante, en caso de duda acerca de la propiedad de los billetes o su autenticidad; b) justificación escrita del tipo de mancha, contaminación o impregnación, cuando se presenten billetes manchados de tinta, contaminados o impregnados; c) declaración escrita sobre la causa y el tipo de neutralización, cuando las entidades que manejan billetes profesionalmente a que se refiere el apartado 1 del artículo 6 del Reglamento (CE) no 1338/2001 del Consejo, de 28 de junio de 2001, por el que se definen las medidas necesarias para la protección del euro contra la falsificación (1), descoloridos por la activación de dispositivos antirrobo;

presenten

billetes

d) presentación de los billetes en lotes de 100 billetes si se han mutilado o deteriorado en grandes cantidades como consecuencia de la utilización de dispositivos antirrobo, siempre que la cantidad de billetes presentados sea suficiente para formar dichos lotes. 3.

Sin perjuicio de lo que antecede:

a) cuando los BCN tengan constancia o indicios suficientes de que los billetes en euros han sido mutilados o deteriorados intencionadamente, denegarán su canje y los retendrán a fin de evitar que vuelvan a circular o que el solicitante del canje los presente en otros BCN. No obstante, canjearán los billetes en euros mutilados o deteriorados cuando tengan

constancia o indicios suficientes de que el solicitante del canje actúa de buena fe o cuando el solicitante pueda probar que actúa de buena fe. En principio, no se considerarán intencionadamente mutilados o deteriorados los billetes en euros que lo estén en menor medida, por ejemplo, por presentar anotaciones, números o frases cortas; b) cuando los BCN tengan constancia o indicios suficientes de que se ha cometido un delito, denegarán el canje de los billetes en euros mutilados o deteriorados y los retendrán, a cambio de un justificante, como prueba que entregarán a las autoridades competentes para iniciar una investigación criminal o apoyar las que estén en curso. Salvo mejor decisión de las autoridades competentes, los billetes en euros se devolverán al final de la investigación al solicitante del canje y podrán canjearse posteriormente. Artículo 4 Establecimiento de una tasa por el canje de billetes en euros mutilados o deteriorados 1. Los BCN cobrarán una tasa a quienes manejan billetes profesionalmente cuando éstos, de conformidad con el artículo 3, soliciten el canje de billetes en euros de curso legal mutilados o deteriorados como consecuencia de la utilización de dispositivos antirrobo. 2.

El importe de la tasa será de 10 cents por cada billete en euros mutilado o deteriorado.

3. La tasa se cobrará únicamente en caso de que se canjee un mínimo de 100 billetes en euros mutilados o deteriorados. La tasa se cobrará por todos los billetes canjeados. 4. No se cobrará tasa alguna cuando los billetes en euros hayan sido mutilados o deteriorados como consecuencia de un robo o hurto frustrado o consumado. Nota: Monedas deterioradas y defectuosas Si una persona es poseedora de una moneda deteriorada o defectuosa, puede acudir a una entidad de crédito, presentarla directamente en una sucursal del Banco de España, o remitirla al Centro Nacional de Análisis de Moneda (CNAM). Análogamente a lo dispuesto para los billetes, las monedas deterioradas o defectuosas han de ser sometidas a peritación, para lo que se solicita la colaboración técnica del laboratorio de la Real Casa de la Moneda-FNMT, donde se acuña la moneda.

¿QUÉ DEBE HACER SI PIENSA QUE ALGUIEN LE HA ENTREGADO UN BILLETE FALSO? 

Mantenga la calma



No corra riesgos



Compruebe los elementos de seguridad mencionados anteriormente



Si existe una cámara de vigilancia, conéctela



Informe a su superior o persona más experta



No devuelva el billete dudoso al cliente (Ley 46/1998, de 17 de diciembre)



Intente entretener al cliente



Si el cliente intenta marcharse, no trate de impedírselo



Avise a la policía



Entregue el billete dudoso al servicio de seguridad